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SamuelDabó

exercícios de escrita de dentro da alma...conhecer a alma...

SamuelDabó

exercícios de escrita de dentro da alma...conhecer a alma...

31
Dez14

BEIJO MEU PIONEIRO

samueldabo

 

13.jpg

 

BEIJO MEU PIONEIRO
**

em cada ano que passa
ao cair da meia noite
lembro o beijo fascinante
lábios cheios de graça
teus e meus quem mais s'afoite
colhe o fogo galopante
*
em cada ano que passa
e já quarenta e oito passaram
sinto o amor maravilhoso
que um beijo sem mordaça
corações alvoroçaram
ano a ano mais gostoso
*
todos os anos à meia noite
nosso beijo nos renova
viciante este toque do desejo
que nos indica o norte
saindo vencedores em cada prova
gosto do nosso primeiro beijo
*
em cada beijo um ano novo
lascivo ou terno como eu o sinto
a banhar-me de amor
sendo o primeiro como diz o povo
inebriante como absinto
perfumado de magia o teu odor
*
soa a primeira badalada
rebentam foguetes em esplendor
os teus lábios nos meus
num beijo de alma apaixonada
ecoa no silêncio do amor
e sobe poderoso até aos céus
*
amo-te dizemos a meio do fôlego
arfa o teu peito impaciente
o beijo se prolonga através do tempo
com a alma em desassossego
sopram fervores que arrebatam loucamente
e nem o frio que faz o vento.
*
meu beijo de amor eterno
que sempre ao meu cair me levantou
por ser profundo e ser primeiro
meu beijo de estar em paz de mim sereno
que os teus lábios ávidos avivou
em cada ano que passa mais pioneiro
jrg

21
Abr13

ELEGÂNCIA

samueldabo

*
ELEGÂNCIA
**
o corpo dava a forma
fazia do vestido negro élan de sedução
na meia negra a opacidade
o encanto do pé no meio salto fora de norma
eis a mulher d'alma e coração
segura de ser a deusa em sua humilde vaidade
*
a gola modelar punhos de renda
uns olhos verdes instantes tão de tanto sedutora
na luz que envolve de magia seu olhar
os lábios fecham segredos que não se desvenda
perna traçada fixando a estrela da aurora
que já desponta sobre a montanha rompendo o mar
*
no ar intenso solto o perfume
no silêncio expectante e misterioso
onde a luz brilha em seu fulgor
no sorriso do olhar em cujo lume
arde docemente o ser ditoso
que me escolhera para ser o seu amor
*
tocam-se os lábios de alforria
os seios maduros arfam de sensuais palpitantes
os corpos tentam novos desafios
caem roupas supérfluas na sofreguidão da fantasia
beijos profundos de grandeza amantes
na delícia das mãos que desatam emaranhados fios
*
reacendido o fogo arde sem controle
há tanto tempo o amor paixão parecia rendido
entrelaçam-se as almas dentro da memória
os lábios sugam-se sôfregos de beijos que a alma engole
tocam-se desejos no respirar gemido
suores da pele que revelam cheiros com história
*
deleitam-se lascivas as bocas
os olhos reviram para o lado de dentro da alma
em beijos indeléveis que se viciam
entumescidos os sexos aguardam à porta das tocas
fervem sentidos nada os acalma
nem as palavras roucas que o amor ciciam
*
numa tempestade de tonturas
uma mulher um homem pelas bocas unidos
cambaleiam num absoluto orgásmico
elevam-se adejando sobre as suas loucuras
extasiados ante si rejuvenescidos
pela magia dos átomos ou um toque cósmico
autor: jrg
15
Fev13

FLASHBEIJO

samueldabo
imagem pública na net
**
FLASHBEIJO

*
os nossos olhos
tocam-se
fascinantes fascinados
os rostos
frente a frente
nos peitos
o fogo arde intenso
propagando-se
pelo corpo e alma expectantes
tremem os lábios
cheiro-te e cheiras-me
toco de leve
provo-te e provas-me
deliciadamente 
os teus entreabertos
a frescura
o calor que abrasa os sentidos
húmidos dos teus sumos
as mãos ainda pousadas nos teus ombros
depois acontece
entontecidos pelo doce delírio
pura magia do fascínio
num turbilhão agitado de loucos
ausentes submersos
mergulhamos nas águas salivadas
trocam-se línguas
apertos dos corpos excitantes
o fogo lavra
os corações tocam a rebate
arfantes sôfregos
à procura talvez dum absoluto
em que as bocas de colem
mas não há paz na insaciabilidade
dos nossos beijos
de olhos fechados miríades de estrelas
projectam o abismo
da nossa insatisfação perene
Beija-me!
jrg
13
Jun11

TEREI AINDA TEMPO

samueldabo

«««//»»»

**

preciso do tempo!...
porque me escapa ele
dentro das horas
indefinidas no meu pulso?...
encavalitado na contagem
decrescente
esventro a noite e penso
se vou irei a tempo
de acordar
dentro de cada sonho
onde me exprimo
louco de exigente loucura
cavalgando lugares
almas pensamentos
a exorcisar-me de mitos alucinantes
onde nada ocupa já o lugar
tantas vezes repetido
como intocável
falível portanto
ou mutável
o conceito de certeza
por onde me fazem navegar
exausto na remada incerta
o prumo da trajectória
os ventos as marés
que me trazem palavras
indesisas absurdas
de fora do tempo
à frente para lá de onde as sinto
a ferroarem-me a mente
proibida de pensar
atolada em almas inocentes
respiro o silêncio
transpiro memórias
não descanso remo sem rumo
mas remo remo remo
terei ainda tempo?

jrg

26
Mai11

UM BEIJO!...

samueldabo

foto pública tirada da net 

 

{#emotions_dlg.lips}

um beijo pode na cor ser
azul rosa lilás
um beijo pode bem saber
a cerejas tanto faz

*

se os olhos quando no beijo
se transpuzerem de mil cores
fogo ardente do desejo
no coração dos amores

*

dum beijo depende o momento
a exactidão irracional
súbito impulso acontecimento
que amplia a ânsia original

*

se os lábios quando se tocam
e nas línguas se confundem
provocam odores que nos marcam
lançam emoções em desordem

*

um beijo de pálpebras fechadas
deleite de pura lascivia
bocas viscosas apaixonadas
que sufocam de delicia

*

todo o corpo estremece
a mente voa infinita
quando o beijo acontece
e a alma em transe grita

*

quem beija se no beijo acredita
é bem feliz ao sentir
a alma que em ânsias espevita
outro desejo a fluir

*

jrg

24
Out10

O BEIJO

samueldabo

 

 

foto tirada da net

 

 

{#emotions_dlg.bouquete}

ninguém podia sequer nem imaginar

que num crescente sentimento

feito brilho dos teus olhos no rutilar

seduziam amor em movimento

***

beija-me disseste docemente

parei,a medo colei teu corpo ao meu

os lábios na procura de quem sente

estar a meio de amar o que é seu

***

encostados sob a roupa os sexos palpitantes

impulsos do corpo a ganhar posição

os seios os lábios as línguas fogosos amantes

embrulhados no amor d'alma e coração

***

os corpos em chamas no túnel tremiam

as bocas ávidas de sucos virginais

teu beijo meu beijo nas sombras gemiam

lancinantes apelos d'ânsias carnais

***

encostei-te à parede quis ter um refúgio

que a luz se apagasse

se fizesse silêncio porque o mundo ruiu

e toda a gente fugisse

***

era dia num túnel de gente diferente

que olhavam na esperança da nossa alegria

o beijo sabia a sexo em volta ardente

e tinha o cheiro tempestuoso da maresia

***

autor: JRG

12
Jul10

ALEGRIA

samueldabo

XIX

 

sinto a tua alegria a descreveres em volta de ti o mar
na noite os teus olhos são meus guias
porque te afastas procuro-te por entre barcos e redes
estátuas sem mestres doutos que as dignifiquem
sigo o teu cheiro o som dos passos na areia fina
e rio das tuas gargalhadas quando te descobres
por entre a euforia dos teus gritos

é uma orgia fantástica dos sentidos
pasmo ante a tua mente visionária o assombro pela novidade
das pulgas do mar que saltitam entre os teus pés
colas-te o teu corpo no meu e beijas-me
tão bom beijar-te na noite...estendo a mão e és tu..estrela maior
a tua silhueta recortada na poalha da noite
o cacimbo fora e dentro da aridez do tempo

então lembras-te de um mergulho..a bênção do mar
uma espécie de baptismo pagão...do amor
tiras o vestido a lingerie que me atiras em desafio e corres
dispo-me apanhado na surpresa...eu devia saber
e sigo-te agora em evidência o teu corpo na luz das águas
chapinhas-me com os pés ...as mãos em concha..cascatas de água
e abraças-me enroscada num beijo longo...meu amor...digo

 

autor: JRG

07
Fev09

P A R A B É N S AMOR!...e vão 39

samueldabo

O vestido branco arrastando pelo chão, encobrindo as tuas pernas maravilhosas, sufocando os aromas do teu corpo, a grinalda de flores brancas sobre os teus cabelos negros, os teus olhos verdes, raiados de verdes intermédios, de tom escuro. mágicos , onde aprendi a ler de ti, da alma esfuziante de encantos. A luz dos teus olhos, aprendi que era amor, altivos e submissos, não a mim, de mim, mas a algo que aceitamos como o sendo do nosso ser.

O sorriso de felicidade, as gargalhadas, a ternura com que me beijavas a cada instante, por cada motivo, por mais banal. O pote do arroz que despejaram à nossa passagem triunfal, como se carecêssemos da tradição para nos consubstanciarmos de e em amor eterno.

A cerimónia do sim ante as testemunhas, o ar incrédulo de alguns que não acreditavam na possibilidade de sermos amantes, ou talvez aguardassem um desfecho trágico à sublimidade de nos amarmos para além do racionalmente aceite.

Hoje olhei-te e vi o mesmo brilho. Penso que o vi em todos os anos a sete, e sinto a mesma ansiedade, o bater forte do coração, como se fosse hoje o dia sempre em absoluto.

Só eu vejo a tua pele luzidia, só eu vislumbro o brilho dos teus olhos, só eu capto o encanto do teu sorriso, só eu te sinto airosa, o andar igual , a voz doce e quente que me chamava amor, que me chama amor. Só eu sinto que os anos não passaram, que és a minha eleita, o meu mimo de ternura, na doença e na alegria, nas tempestades agrestes que nos assolaram. Onde  outros fraquejaram por tão pouco, nós erigimos uma fortaleza de amor.

És um exemplo de mulher no comando. Trabalhaste, foste  e és mãe, avó, amante fulgurosa, a financeira que resolveu as crises, a mãe que desceu ao fundo e esgatanhou a besta. Eu fui o sonho, o sonhador que interpretou a vida como um romance em que os personagens se agitavam nas águas revoltas e lamacentas e se erigiam em ondas de espuma para continuarem a ganhar tempo ao tempo. O tempo decidiria, decidiu?

Olho-te hoje e vejo a mesma menina de há quase quarenta anos. Minha paixão de amor, minha eternidade. Habituei-me aos novos aromas, à rebeldia da tua intransigência, beijo-te nos lábios e chamo-te amor. Há quantos anos és o meu amor?

Hoje vamos ser de novo como dantes, renovaremos o cenário, ou reinventá-lo-emos, haverá música suave ao jantar, talvez velas, flores, trocaremos sorrisos e olhares indiscretos, daremos as mãos, terás momentos de ser mais coquete, talvez tomemos um duche juntos e deixar-nos-emos enredar na teia que vimos construindo, até à eternidade da tua infinitude de mulher.

Amo-te

 

04
Jan09

SEDUÇÃO PRÉ-NUPCIAL

samueldabo

"Na cama que fizeres te deitarás", era  assim, a mãe autoritária, céptica, a dizer como um ferrete, uma maldição, um aviso que percorria o corpo, a mente e inibia na hora de sentir, de desejar,o deleite das aventuras sexuais antes do casamento, se queria ir de branco, o ramo de laranjeira,as grinaldas, o festim da igreja engalanada e a marcha nupcial. E sobretudo, não ser falada pelo outros, andar nas bocas do povo.

Eram colegas no escritório e ela ia casar daí a dias. Uma mulher na casa dos 28, já no limite da idade casadoira, limite a partir do qual uma mulher poderia ficar solteirona. Morena, estatura média,um rosto assimétrico,de onde sobressaiam uns olhos grandes, luminosos, denotando ansiedade, malicia sedutora e os dentes que não se usava corrigir, salientes sob os lábios carnudos, viçosos e virgens de beijos fogosos, à cinema, porque o namorado era púdico, de educação seráfica e achava que a posse total seria só dpois de oficializado o acto público da consagração.

Ele, o colega de anos de convivio, de trocas de piropos gentis, 18 anos, um jovem saído da puberdade, um imberbe que não atingira ainda a idade da razão, da emancipação oficial, uns olhos lindos, castanhos, leais, quase diria inocentes,um corpo a cheirar a homem, os lábios virgens de beijos, desimpedido de namoros, que não namorara até então, que se sentia preterido pelas raparigas em detrimento de outros mais afoitos, ou mais experimentados.

Há muito que se sentiam cumplices de toques provocados no decorrer do serviço em que se entrosavam as caracteristicas de cada um. Ela dactilógrafa, ele arquivista. Ela em pé debruçada sobre ele, por detrás dele, sentado, as mamas roçando os ombros dele, duras,estremecentes de sentires estranhos, fogosos, a levantar sonhos de noites atormentadas pelo desejo. Ele tenso, a absorver todo o fogo bom, inebriente que sentia, do corpo dela que não sendo o seu tipo de mulher inventado na solidão em que se questionava de ser possivel amar, um amor sublime de paixão, uma mulher inteligente, bela, linda que fizesse brilhar a tristeza em que se  sentia mergulhado.

Ela, sentindo que ele tremia, que soltava energias, que não se manifestava, confiante na sua discrição, aventurando-e, esfregando-se, movia-se em volta, dava indicações,a saia rodada vermelho de fundo sob flores coloridas, o sexo dela sobre o braço em posição de cunha, e ele a sentir como que um vale, uma depressão que não conhecia,uma sensação absolutamente nova que não experimentaria de sua iniciativa por vergonha, timididez congénita. Finda a explicação, teria ela tido um orgasmo? ele sentia-se húmido, o sexo que ele conhecia bem de se masturbar no silêncio das casas de banho,demasiado grande para que não se notasse, saliente sob as calças, dorido, escondido. Ela dava uma volta sobre si mesma , repentina e iá-se, corada, os olhos mais brilhantes ainda, a voz trémula que dizia,.

_Pronto, meu lindo, se tiveres dúvidas,pergunta-me...

Ele seguia-a com os olhos doces, a aspirar e a reter o cheiro bom que vinha dela, um cheiro extasiante, de onde? dela, mas de que parte dela?...Intenso...

E lembrava-se dos cheiros parecidos, todos diferentes, mas parecidos, quando subia os degraus do eléctrico, ele atrás, a  mulher de saias curtas, jovem, abrindo as pernas para subir, não de todas as mulheres, mas de uma ou outra, num momento...O cheiro a sexo.

E era esse cheiro intenso, quente, adocicado, apelativo de desejos de se consubstanciar nela mulher, ou só no sexo, como uma entidade autónoma do corpo, apenas o sexo e os seus odores.

Ele aproveitara o espaço grande da hora do almoço para se isolar na casa da repografia, onde só ele era costume entrar,  prmanecer, embora as colegas o visitassem quando tinham uma urgência de reprodução de cópias a stencil, ou por um trabalho que demorava.Era uma hora boa para se masturbar, a porta fechada por dentro ,porque era um dia em que quase se sentia enlouquecer, parecia quetodas as colegas mais novas tinham uma luz estranha nos olhos e o  olhavam gulosas, falando alto no silêncio do olhar, as saias rodadas que expandiam odores, os odores fatidicos que o exaltavam, que se perdiam no seu interior labirintico.

E ela veio,os olhos muito salientes, de fora das órbitras,os dentes brancos saídos dos lábios num sorriso de malicia, o vestido de tons verdes, flores brancas e amarelas sobre o verde mar, as mamas empinadas, sob o espartilho do sutiã. Entrou, fechou a porta e colocou-se na frente dele, a oferecer-se e ele quieto perante o absurdo da situação, absurdo para si  que se julgava preterido, que não sentia amor, afeição, que não a tinha como o seu perfil de mulher.

_Quero que me beijes. Nunca beijaste uma mulher?

Ele sem saber o que fazer. Sim era verdade, não beijara ainda uns lábios de mulher, nunca tivera alguém nos seus braços, apenas  o roçagar dos copos em momentos de acaso.

Ela abraçou-o e beijou-o nos lábios. Ele sentio um calafrio, uma ânsia de a ter total, sem saber como,a esfregar-se no corpo dela, as mamas duras no seu peito, os lábios nos lábos e ela a dizer-lhe que abrisse a boca ,que a deixasse chupar-lhe a lingua, que ele chupasse a dela, que se deixasse envolver nos movimentos de dentro da boca, como ela fazia, como ela se expandia nele e deixou-se cair no soalho de tábuas compridas, fogosa, delirante e ele a mexer-lhe no corpo,a atrever-se, as mamas dolorosamente duras , a querer tocar-lhe na carne, os mamilos e ela parou, que não, nada de carne, só os beijos, podia mexer-lhe por fora, do lado de cima da roupa e ele a navegar o corpo dela, as coxas. Os beijos exaltantes, O corpo dele sobre o corpo dela, o seu sexo , perdida a vergonha, sobre o sexo dela, retido entre a roupa, as cuecas babadas ,pegajosas,do lado de fora dela, por sobre o vestido, apenas a forma adivinhada, o contacto dos sexos adivinhados, sentidos, o aroma de dentro dela a envolvê-lo total , as mãos nas coxas, a tentar descer ao sexo dela, sentir o sexo dela, um sexo pela primeira vez, na ponta dos dedos, talvez masturbar-se nela, entrar num sexo , desvirginar-se...sentiu o sexo dela ,sob o vestido e as cuecas, um vale de deslumbrante prazer, por segundos....

E foi quando ela súbitamente se colocou de pé, um olhar reprovador, a dizer-lhe que estava noiva, que ia casar, que não a tomasse por leviana, que não contasse nada a ninguém, a chorar,mas que o namorado nunca a beijara como ela gostava, como eles se tinham beijado naquele instante, que se atrevera porque confiara nele, porque também sentia nele o desejo, mas era apenas um beijo total, inteiro o que queria dele. Era virgem e ia casar virgem dentro de dias.

E ele, surpreendido de todo, a prometer-lhe o seu silêncio, a acariciar-lhe os cabelos negros, curtos, arredondados sobre os ombros.

A olhar a saia que se movimentava movida pela aragem da passada, os passos dela em volta do seu olhar pasmado, ainda a interiorizar-se, se fora sonho ou realidade.

 

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