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SamuelDabó

exercícios de escrita de dentro da alma...conhecer a alma...

SamuelDabó

exercícios de escrita de dentro da alma...conhecer a alma...

28
Mar08

A TOXICODEPENDÊNCIA NÂO È UMA FATALIDADE

samueldabo

A matemática, esse quebra cabeças dos Portugueses em geral, não é uma ciência mítica só ao alcance de alguns iluminados, mas porque é manipulada  ao sabor de interesses que ainda persistem e consideram que  "em terra de cegos quem tem olho é rei", continuamos a navegar em teorias de combate ao insucesso , condenadas a manter os níveis aceitáveis de cegueira colectiva.

Actualmente a proliferação do consumo de drogas por amplas camadas de juventude de todo o mundo, tornou-se num flagelo que nenhum governo tem conseguido estancar.

Desde sempre houve consumo de drogas, que não eram proibidas, nem atingiam os preços a que são vendidas nas ruas. Em consequência, quem sofria de stress por drogas comprava-as onde era possível ou optava pelo vinho. Era uma minoria, contestatária, talvez ,das regras de convivência que se iam alterando.

Eu penso que a partir da eclosão do Maio de 68, se espalha a ideia reivindicativa de que vale tudo. É proibido proibir tudo. Amor livre. Abaixo os poderes instituídos . A inalação de drogas pelo fumo avança em todas as direcções. As democracias tentam resistir, mas rapidamente os senhores da finança vêm ali um filão inesgotável, e são eles que financiam o estado e que o controlam. É para eles que as leis são manipuláveis, no esgrimir de interpretações por magistrados e advogados que as leis permitem.

Aqui, o consumo de drogas disparou com o advento da Democracia, não por culpa da Democracia, antes por uma coincidência de tempo, porque estamos sempre atrasados na ventura e na desgraça.

O consumo e o tráfico são proibidos e condenados com pena de prisão.

Milhares de famílias são assoladas por esta praga, Adolescente instigados ao consumo sobre os mais variados pretextos de afirmação pessoal, de desinibição. de ser mais forte. Jovens, meninas, lindas que foram, agora enrugadas, prostituídas, devassadas.

Os carteis de tráfico organizam-se. No interior   das prisões superlotadas continuam a traficar e a consumir. Nas ruas os chamados pequenos delitos. A saga da moedinha para o arrumador que surge, do nada quando já tínhamos quase arrumado o carro.

Roubam os pais, a família, os amigos. Vendem tudo o que tem comprador e há quem compre É um negócio de lucros fabulosos, onde se vende tudo até a dignidade.

O estado, nós todos, financiamos as medidas ditas profiláticas que o estado implementa de apoio financeiro às clínicas de reinserção. Aos tratamentos em ambulatório.com resultados deficitários de recuperação efectiva e duradora.

As policias investem na formação especializada no combate ao tráfico. Os criminosos detidos em resultado das investigações são postos em liberdade. Presos são os consumidores, por consumirem e por roubarem. A droga e dinheiro apreendido nas operações , desaparece

Os verdadeiros agiotas do tráfico continuam impunes. Participam, até, na discussão. Influenciam politicas. Corrompem influências. E seguem a matança intelectual e fisica do que melhor tem um povo, uma nação.

Surgiu o HIV, as hepatites B eC proliferam.

As famílias a lutar contra a insolvência absoluta. Sem ajudas de ninguém. Condenadas, até, por não terem sido capazes de evitar a desgraça.

Alguns países adoptam medidas para liberalizar. o consumo, que passa a ser disponível em farmácias e locais apropriados criados para o efeito. As noticias sobre a eficácia, .

  aumentou-reduziu.estagnou , não são distribuídas na mesma dimensão.

Por cá, e não só, os arautos tentam explicar-nos em equações algébricas e outras engenharias matemáticas, que a liberalização não é possível . Iria criar mais dependências, facilitar a transacção entre estados!?...

E nós a percebermos que dois e dois são quatro em qualquer circunstância e que somados sucessivamente, chegamos aos milhões da ganância , que matam e morrem pela ganância de viverem na abastança erguida sobre o sofrimento, a dor e a desdita de quem vê um adolescente primoroso ser arrastado impunemente nas águas sórdidas da mentira.

17
Mar08

CRIMES CONTRA A HUMANIDADE

samueldabo

Com o advento da chamada globalização, as noticias sobre crimes sexuais contra as crianças tem sido uma constante a invadir a nossa quietude franciscana, de esperar que nos tocasse a nós. E tocou.

Tocaram os sinos a rebate, como se fossemos virtuosos na matéria. Como se não fosse usual o abuso continuado sobre os mais indefesos da sociedade. Gente frustrada do sexo. Famílias inteiras numa comunidade promíscua de degradação humana, em que o pai é também avô e os irmãos  são pais.

Imaginar uma criança desprotegida, abruptamente retirada do seu reino de felicidade para gáudio de prazeres desviantes. Ser vendida pelos próprios pais. Ser violada pelo pai, o avô, o tio. E saber que não voltará a ter o sorriso inocente que nos exalta a alegria de viver. Bebés !?!...

Matar as crias própria ou alheias é um acto natural em algumas espécies animais. Oferecer crianças para práticas sexuais foi sempre cultivado em algumas civilizações na antiguidade. Mas neste tempo, em que, para prevenir, até proclamamos os direitos universais das crianças, que gente depravada, ricos e pobres, cultos e ignorantes, continuem impunes e ao mal baratar das alegações forenses, é um crime sem perdão.

 

16
Mar08

BATEM À PORTA, ACORDEM!

samueldabo

Ao acordar:

- Amor = Amizade, Amor, Paixão = AMOR profundo e duradouro..

-O divórcio pode ser uma consequência de mentiras acumuladas.

 - Nas drogas, o que me acalma é saber que os traficantes também morrem.

-Hoje, durante a manhã, a liberdade absoluta no acesso a Lisboa e ou à margem sul, a pé. Sem pagar.

 - Hoje,dia "santo," não há protestos na rua, só na nossa consciência, em privado.

- Os vapores do alcool ainda não se dissiparam, e grupos dispersos procuram um cais.

 - E tu meu amor, como eu te amo!, que dás os primeiros passos , que não aprendeste ainda a tragédia que a soma dos contrários opera na vida das pessoas, acordas felíz e pedes para ir ao parque, a ver o sol, ouvir o canto dos pássaros, a ver o carreiro das formigas disciplinado, andar no baloiço e deixar o teu corpo mimoso de menina deslizar no escorrega.

 

 

 

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