Segunda-feira, 31 de Março de 2008

MARIANAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!...........

Mariana!

 Onde pára o teu espírito atormentado? Olha à volta.  Não és a única que não encontra de, momento,  a paz e o amor  que te roubaram. Há mais mundos, lá fora.

Responde ao apelo dos teus amigos. São poucos. eu sei, mas são bastantes, porque a amizade não se compra, nem é oferta promocional, é antes um bem da consciência e é tão pouca que rareia, não a desperdices Estamos aqui, batemos à tua porta e não respondes.

Partiste? Procuras lugares mais acolhedores? Tudo bem. Mas diz : Olá. Para que saibamos que subsistes e não desististe de viver.

E é tão urgente que digas : Olá.

Um abraço forte de amigo e

a minha mão

sinto-me: preocupado
música: Valsa
publicado por samueldabo às 16:35
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PAIXÃO EM ANGRA DO HEROÍSMO . Cont.4

A mão segurando o meu braço, caminhámos pelas veredas do jardim. A chuva tinha cessado desde o almoço e o Sol de tons amarelados, em declínio rumo a outros horizontes.

-Carla, sempre pensei que as pessoas sofrem por impulsos.  Não sei se aquilo que está a surgir de nós, em nós, é uma Paixão efémera, se amor profundo, se um simples desejo de sexo. Mas sei, sinto que é muito intenso, maravilhosamente intenso.

Senti a pressão da mão dela, delicada, os dedos finos, longos, as unhas acertadas e em tons claros.

-Tu não sabes e eu, que me pergunto desde pouco depois do instante em que te levei ao meu segredo de adolescente. Que força é esta que me impele a querer estar junto de ti. Que paz. Não faças nada. Não digas nada. Meu Deus!.

Sem se darem conta, tinham saído do jardim e caminhavam agora por uma das ruas transversais à rua da Sé, e que leva à baía. Alberto escutando, mais sereno. O sabor a frutos, ainda daquele beijo, fortuito , inesperado e disse, com a voz tremida, temeroso de não corresponder ao que Carla esperava.

-Se aceitares, gostava de namorar, à antiga, fruir dos teus encantos. Falarmos de projectos comuns, dissecarmos o que nos tramou anteriormente, quais os nossos ideais de parceiro, o que estamos dispostos a partilhar, a ceder.

Pararam junto a uma esplanada que havia no passeio, assente num tablado de madeira, as mesas cobertas por toalhas vermelhas, a lobrigar o azul do mar em frente, por uma nesga entre esquinas.

-Lanchamos?  A nossa primeira refeição juntos?

Carla olhou-o nos olhos, embevecida, reparou que Alberto era um homem diferente dos que conhecera até então. Um rosto moreno de olhos castanhos, o cabelo com laivos de branco a despontar, um charme. A voz quente e segura. Palavras sensatas. Falando apenas o necessário e para dizer coisas bonitas que ela gostava de ouvir. O perfume do corpo. Inteligente.

-Seria fácil, aproveitar o momento de clímax emocional e enrodilharmo-nos num qualquer local. Uma queca efémera  sem virtude e cada um seguia o seu caminho saboreando prazeres ou frustrações que o outro nunca viria a saber. Estou disposta a aceitar.

Alberto, segurou na mão dela com afecto e ,chegando o rosto ao rosto de Carla, olhos nos olhos, os lábios húmidos de um e do outro numa suave e voluptuosa troca de odores.

Alberto sentiu-se inundar da felicidade emergente daquela mulher, levantou-se, derrubou uma cadeira e rodopiou em passo de valsa , curvando-se no convite para que a sua dama o seguisse até ao mar, que era o selo ideal, para um tratado de compromisso na procura de ideais comuns.

Seguiram pela estradinha que circunda a baía, junto ao forte de S.João Baptista. E quase junto ao bar, no limite, desceram a escada, o mar sereno, padrinho, deram as mãos, os olhos verdes dela, pregados nos castanhos dele, disseram as palavras em uníssono :

-Prometo lealdade

-prometo dar-me a conhecer, não mentir.

-prometo não te abandonar nas horas difíceis .

-prometo respeitar-te

-prometo ajudar-te a construir um projecto de vida.

-prometo amar-te

-prometo ser um bom pai - uma boa mãe

Uma onda atrevida lançou salpicos de espuma, enquanto, alheios a tudo, ao pescador que perto lançava isco aos peixes, à chuva que voltara a cair, os lábios sequiosos, numa ânsia de absolutos, as línguas num alvoroço de sucções, os braços em volta e as mãos de Alberto , irrequietas que afagam docemente os seios endurecidos.

-É noite. Jantamos juntos?

E Carla, o olhar esfusiante de felicidade.

-Agora não te quero deixar mais.

continua...

 

 

Registed by : Samuel Dabó /P>

 

 

 

sinto-me: comunicativo
música: Marcha Nupcial
publicado por samueldabo às 09:47
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Domingo, 30 de Março de 2008

PAIXÃO EM ANGRA DO HEROÍSMO . cont.3

Sentia a humidade do ar quente a aproximar-se e o corpo dela junto ao meu em pequenas convulsões.

Era um ponto aberto entre a folhagem que  se estendia  densa e perturbante, ao longo do caminho, o cais da Silveira, a baía em baixo, as pedras de lava e o mar a perder de vista.

- Deste ponto, ás vezes, quando as noites são escuras e o céu está limpo, vê-se um ponto luminoso, longe, S.Jorge , e eu vinha, adolescente, sentir que não estava só, que ali havia mundo, gente. E era um momento de doce magia.

Uma chuva miúda, como pétalas de hortênsias fenecidas, a adocicar o enlevo de estarmos aqui, as tuas pernas um pouco mais expostas, a pele lisa, aveludada a pedir afagos. Os meus olhos.

-É uma imagem bucólica. O sonho construído através dum ponto.

-Oh! As horas! Os meus pais são intransigentes com o almoço de Domingo, tenho de ir.

Vemo-nos mais logo, no café.

Era como uma ordem sem autoridade.

Fiquei a ver o seu corpo de gazela feliz, saltitando as saliências do caminho, espalhando o momento de felicidade, a contagiar o maior número possível , para que não estivesse só.

Na Adega Lusitana, os cheiros, afrodisíacos da comida, a espevitar odores. A terrina da sopa, o queijo branco, o molho vermelho.

A imagem reflectida no caldo, o sabor a beijos que não demos, as horas , digo, minutos que não passam.

Tinhamos marcado encontro no Jardim Duque da Terceira, depois do almoço, desci a rua da Sé, sonhador, eu, sem dar conta dos vultos que subiam ou desciam, e me saudavam.

A Praça Velha animada por grupos de crianças, festa, romaria. Um relance. Viro à esquerda. 

A esplanada está cheia de juventude, ditos, ironias, gargalhadas. É Domingo.

No jardim, o perfume. Não, espera. Este é o teu. O inconfundível aroma do cio que já me colaste, como marca e que se distingue por entre os aromas de flores tão variadas como magnólias, tulipas, rosas e hortênsias, araucárias , eucaliptos. Tu. O teu cheiro.

A saia cor de rosa, a blusa branca, insinuante, os óculos em jeito de bandolete , o rosto iluminado pelos olhos verdes irisados de veios escuros, acastanhados, e o sorriso aberto, confiante.

-Olá, Alberto! Adorava ter almoçado contigo.

-E eu! Se bem que me surpreenda ver-te.

-Então?!

Notei um breve tremor nos lábios dela  e apressei-me. Pela primeira vez a sentir-me desajeitado.

-Não. não tires  ilações . É que eu pensei que tinha devorado a tua imagem reflectida na sopa, ao almoço. Estás linda. És linda.

Soltou uma gargalhada, inclinando o corpo, leve e graciosamente para trás, o brilho dos olhos, as mãos quentes, trémulas, o abraço, vulcão, vácuo, os seios arfantes e os lábios nos meus lábios, num toque suave, sussurrante, pequenos ais, de sabores, de essências.

continua

 

 

 

 registed by: Samuel Dabó

sinto-me: comunicativo
música: Marcha Nupcial
publicado por samueldabo às 17:23
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EU AMO-TE, TU AMAS-ME ,ELE AMA-SE...

Se fosse possível conjugar todas as emoções no verbo amar. E todas as palavras, discussões, ódios contidos para ganhar posição, coubessem, ainda que por magia, no horizonte da nossa razão.

Se tivéssemos aprendido todos pela mesma cartilha, e interpretássemos os sentidos que nos tocam, vindos dos outros e de nós próprios, com humildade.

Se fossemos todos felizes para sempre, desde sempre.

Se não houvesse Deus e o Diabo, para marcar a diferença entre o bem e o mal.

A monotonia pasmosa dos dias sem diferença tornaria impossível continuar.

 

sinto-me: compreensivo
música: silêncio
publicado por samueldabo às 11:49
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Sábado, 29 de Março de 2008

PAIXÃO EM ANGRA DO HEROÍSMO - Cont.2

Angra sempre tinha exercido sobre mim um fascínio de sedução. A agitação dos automóveis subindo e descendo a rua da Sé, o edifício da própria Sé, esplendoroso na traça arquitectónica , na majestosa religiosidade que o envolvia. o belo jardim ao fundo, à esquerda depois de passar a livraria Adriano, Jardim Duque da Terceira, em socalcos , exótico  na variedade botânica, túlipas, camélias e magnólias de aromas, fluidos de amor e bem decorado por mãos hábeis e amantes do que fazem.

Carla tinha-me sugerido que saíssemos, respirar o ar na sua pureza,

 Acendi um cigarro, junto à porta, enquanto aguardava que saísse da casa de banho, e os meus olhos vagueavam pelas alturas verdejantes do Monte Brasil, em frente, sonhadores, enquanto pensamentos desordenados, em apoteose, provocavam um latejar intenso nas frontes, o coração palpitante, a senti-lo bater nos pulsos, a ouvi-lo  bate em batidas compassadas, acelera, ao ouvido.

Vejo o corpo de Carla que já lá vem, graciosa de andar leve, altura mediana, uns pés pequenos em sapatos de cor vermelha, salto raso, e as pernas a sobressaírem da saia de ramagens, flores da ilha, esbeltas, sobre o joelho., e a blusa de uma só cor, verde cintilante, ou são os meus olhos, entreaberta a deixar ver a forma dos seios, pequenos, firmes, palpitantes.

-Alberto, gostava de lhe mostrar um segredo meu, um local que me ficou da adolescência, aceita?

- Claro. Mas tem que me prometer.

-O quê?

O sorriso dela, a abater-se superior, em desafios de avanços e recuos, sobre o meu ser, num todo, quase absurdo, a apoderar-se, como dona efectiva já, da minha vontade.

-Que não me raptas.

-Prometo.

O diálogo ingénuo, quase infantil, e os dedos dela entre os meus lábios, em cruz, primeiro nos lábios dela, húmidos, os dedos, sabor a frutos.

-Juro!

E o cérebro: abraço, não abraço, beijo não beijo, o caos num turbilhão libidinoso de vontades, carências. Não

-Pergunto a mim próprio como uma mulher bonita, vistosa, atraente, não tem  um príncipe e não sei quantos mais pretendentes. Presumo que sejas uma mulher difícil .

Digo as palavras enquanto caminhamos, lado a lado, me agarras o braço numa saliência de terreno e encostas o seio do teu lado esquerdo, provocando-me calafrios de cálida felicidade.

-Quem te disse que não tenho um marido? Um namorado? Que não sou uma infiel, à procura de  uma aventura continental?

As palavras proferidas com uma ironia ternurenta. O cheiro a basalto, a mar, a cio numa mistura  luxuriante, a tomar-me de novo todos os sentidos.

-Tens? És?

Carla parou segurando-me a mão e colocando-se em frente, barrando o caminho, Que caminho? O olhar doce, nublado por emoções presentes e antigas, numa amalgama frenética de dor e alegria ,de se evadir, cavalgando a minha curiosidade.

-Sou divorciada. Apaixonei-me por um delegado de propaganda médica, de Ponta Delgada. Falador, loquaz, de aspecto simpático, inteligente na aparência, que prometeu amar-me eternamente.

Como eu sinto a tua dor! Uma lágrima sentida a bailar, no canto do olho.

-E então? O que falhou?

-Saiu -me um trapaceiro infame. Um amante abrutalhado, onde eu só pensava haver suavidade. Violência. E eu não sou de me ficar.

Ficaste ainda mais bela. Saiu o ódio acumulado há meses, anos, que importa, e a luz da pureza voltou a iluminar de serenidade o teu rosto mavioso

 

continua

 

 

  registed by : Samuel Dabó /P>

sinto-me: comunicativo
música: Samacaio- Carlos Alberto Moniz
publicado por samueldabo às 22:54
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Sr.EMÍDIO RANGEL, ASSIM NÃO BRINCO

Assim não vale.

O Sr. Emídio Rangel desancava, há dias, os professores, na sua coluna de  opinião no Correio da manhã, os lobbies , a má formação pedagógica, as atoardas contra a Ministra da Educação e por aí fora.

Hoje, a propósito do vídeo que descambou em histeria Nacional, diz que a expulsão da aluna, protagonista do episódio com a professora, é o castigo mínimo .

Deduzo, subjectivamente, é verdade, que a condenaria à fogueira.

A educação é um tema na ordem do dia e, se bem que os protagonistas se digladiem , nem sempre servindo de melhor  exemplo para os educandos, é nosso dever continuar a aprofundar as soluções, sem radicalismos exacerbados, nem a procura de ganhos de grupo ou de pessoa.

O Estado já instituiu a pré escola, muitos pais vão mais longe, depositando os filhos nos infantários desde os seis meses, ou menos. As famílias são disfuncionais. O estado maltrata as famílias com imposições legais. Nas empresas grassa a mediocridade. O stress, o compadrio, a fobia do desemprego.

E a culpa é só das crianças, dos adolescentes? Das famílias? Dos docentes? Do governo?

É tempo do Estado decretar o regime de educação Espartano. Retiram-se as crianças aos três anos e responsabiliza-se, desde logo, uma só entidade; O Estado.

 

 

 

 

sinto-me:
música: Pombas ZECA AFONSO
publicado por samueldabo às 11:19
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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

PAIXÃO EM ANGRA DO HEROÍSMO - 1

PAIXÃO EM ANGRA DO HEROÍSMO I

 

Em Angra do Heroísmo, o Sol enrolado nas nuvens densas, como amante em relaxe após noite de intensos fervores. Envergonhado. Transpirando calor intenso no dealbar da manhã.

O movimento dos carros na rua da Sé era já intenso. Grupos de pessoas seguiam a pé, descendo do alto das covas para a missa das nove. É Domingo.

Estava sentado na mesa vermelha ,sob pano finamente decorado, passando os olhos pelo jornal do dia, o pensamento longe, a antever um amanhã recheado de emoções.

Levanto os olhos, por um raio de luz, instante fugaz, que o abrir da porta fez incidir sobre o teu rosto, ali sentada, em frente da mesa onde eu estava e não tinha dado pela tua presença luminosa.

Fizeste um gesto de surpresa, levando a mão que estava livre aos olhos incomodados, enquanto eu te fixava, agora, preso da beleza, da graciosidade do gesto, do enlevo que o ambiente da Ilha te envolvia, e sorriste ao dar  por mim, maliciosamente sorridente da tua surpresa.

Os teus olhos grandes, verdes mar, brilhantes de  encanto, o menear de ombros, como a pedir desculpa por teres interrompido a minha leitura, por estares ali e seres a causa da minha fixação.

-Bom dia. Digo que é professora.

A minha voz saiu , para surpresa minha, desimpedida, clara, sem conseguir deixar a prisão, doce prisão, daqueles olhos onde adivinhava sonhos, fluidos de mensagens, pedaços de afectos.

-Sim, sou. Tenho escrito em algum lado?

Um sorriso franco, atractivo, a alvura dos dentes com uma pequena quase ínfima , abertura entre os dois da frente, os lábios macios, húmidos do café e a tua língua a limpar resquícios do bolo, uma D. Amélia, rosada.

-Tinha um ar  Pedagógico.

Falávamos entre mesas, soltou uma gargalhada suave, franca, e os olhos reforçaram o brilho de entre o castanho do cabelo, liso, sobre os ombros, e a tez do rosto de um moreno claro, imagem sedutora e simples, sem pinturas de guerra.

-Não sabia que havia um ar pedagógico.

Uma lufada de ar consegue romper a barreira da porta quando se abre e deixa entrar um doce cheiro basáltico que se mistura com os aromas dos confeitos e da mulher que me cerca em novelos de sedução, e me atrai ao centro da ilha que ela é dentro da própria ilha, numa simbiose de convexos interesses, em que uma e outra se revezam na proeminência em que foco o meu olhar.

-Digamos que é um ar ausente. As mãos metódicas no manuseamento da chávena. A pensar em notas e avaliação de alunos, como se lhes soletrasse os nomes.

O teu riso a desfazer equívocos , transparente, cúmplice , a voz quente e terna de uma suavidade aveludada, entranhando-se em mim, ora tenso, ora descontraído, eu que fui sempre um menino triste e só e que venho aprendendo a emancipar-me dessa tristeza mórbida desde a infância.

-Sou Angrense. Os meus pais são donos de uma farmácia, Estive no Continente a estudar e consegui que me colocassem em Angra. Porque eu adoro Angra...

Sigo o movimento dos lábios, bem desenhados no rosto onde o nariz, pequeno, direito, se abre e fecha em movimentos compassados de inalação. Noto o rubor das faces.

-...não me está a ouvir. Agora deixa-me a falar para o boneco.

Agarraste-me, sabes que estou já demasiado envolvido para recuar e falas-me com um tom crescente de intimidade, como se fossemos conhecidos de sempre.

-Perdoe-me, eu sou Alberto e venho do Continente, em serviço.  E ouvi tudo: é dona da farmácia, estudou blá blá blá

Os nossos olhos encontraram-se sorridentes, pujantes de mensagens subliminares, e os lábios, os meus e os dela abrindo-se em sorrisos de nascente afeição. Empatia.

-De facto, somos o máximo, nem nos apresentámos. Se os meus alunos me vissem...Sou a Clara.

Estendi a minha mão e ao contacto com a mão dela, pequenina, indefesa, eléctrica , senti um choque repentino de grande intensidade e notei que ela teria sentido algo parecido, porque se levantou repentinamente, as nossas mãos presas por laços invisíveis, coladas, afins de não sei bem ainda o quê.

-Um beijinho.

Os lábios de um e outro nas faces, as dela rosadas, quentes, nas minhas a sensação de frescura dos lábios dela, como se os tivesse prematuramente molhado da sua seiva para me marcar.

 

continua

 

 

 

 

 registed by: Samuel Dabó

sinto-me: comunicativo
música: música do coração
publicado por samueldabo às 22:04
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